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Maio: mês de Maria, mês das Mães

quarta-feira, maio 2nd, 2012

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Maio, mês que toca nosso coração e por vários motivos: é o mês em que celebramos o Dia das Mães, e entre todas elas, aquela que é a mãe de Deus e nossa Mãe, a Virgem Maria a quem amamos e reverenciamos em nosso Santuário, com o titulo de Nossa

Senhora dos Prazeres.

Celebrar as mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer. No Dia das Mães queremos cumprimentar e agradecer a todas as mulheres que assumem e vivem com dedicação e responsabilidade sua vocação materna, que se realiza de diversas maneiras, seja no cuidado dos próprios filhos, seja na acolhida e adoção de outros, seja na vida consagrada, que, ao renunciar a maternidade biológica, pelo Reino de Deus, não abdica da maternidade espiritual, mas a realiza ao entregar-se totalmente ao serviço comunitário. Deus Pai, por intercessão de Nossa Senhora dos Prazeres, derrame suas bênçãos sobre todas as mães do nosso Brasil.

Maio é também o mês de Maria, e desde o início da evangelização do Brasil, Nossa Senhora teve e tem uma grande presença na formação e na vivência cristã do nosso povo. Pode-se dizer que a nossa cultura tem raiz cristã e mariana. Basta observar quantas dioceses, paróquias, cidades, vilas, bairros, serras, rios, colégios, empresas, pessoas trazem o nome da Mãe do Céu, sob os mais diferentes títulos com os quais é invocada no Brasil e no mundo, para perceber o quanto o nosso povo, venera e ama a Virgem Maria.

Que Nossa Senhora abençoe todos os lares do Brasil, para que sejam uma pequena igreja doméstica, onde se vive o amor, a fé, a união e a paz.

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Sábado Santo

sábado, abril 7th, 2012

HISTÓRIA DO SÁBADO SANTO

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Como começou

Na Igreja antiga, também durante este dia não havia nenhuma função litúrgica. Era só a noite que se iniciavam as solenes comemorações da ressurreição. Essa vigília solene já era mencionada em livros do século segundo.

De acordo com o testemunho de S. Jerônimo (347-419 m.m) essa vigília de orações já existia no tempo dos apóstolos. As cerimônias começavam ao por do sol e duravam praticamente até a meia noite. A manhã do sábado era ocupada com a preparação dos que à noite receberiam o batismo solene: eram feitos os ritos preparatórios com os exorcismos e a profissão de fé. Com o passar do tempo, as cerimônias começaram cada vez mais cedo, até serem feitas na manhã de sábado. Com isso a vigília pascal perdeu muito de seu significado e de sua majestade.

Em 1951, o papa Pio XII reintroduziu a vigília noturna. Inicialmente o horário noturno era apenas facultativo. A partir de 1956, tornou-se obrigatória a celebração noturna. Os mais antigos ainda devem lembrar como ao meio dia de sábado já repicavam os sinos anunciando a ressurreição.

Riquezas na Liturgia

Na vigília do sábado santo podemos distinguir quatro partes: 1ª. Benção do Fogo; 2ª. A benção do Círio Pascal; 3ª. A benção da água batismal; 4ª. A missa de Páscoa. É bastante antigo o costume de benzer o fogo novo na vigília pascal. Hoje em dia, é bastante para nós apertar um botão e ver brilhar a luz, ou riscar um fósforo e acender o fogo.

Antigamente, as casas conservavam continuamente aceso um fogo ou uma lâmpada. Na noite de quinta-feira apagavam-se as velas nas igrejas e também nas casas. Para iniciar, pois, a vigília pascal era preciso acender novamente o fogo, o que se fazia usando pedra – a pederneira. Com esse fogo novo eram acesas as velas da igreja e os fiéis levavam depois velas e tochas para acenderem também as luzes em suas casas. Isso dava à cerimônia um grande significado. O fogo novo lembrava facilmente a fé, a luz e a vida que o Cristo nos trouxe e que deve influenciar toda a nossa vida. Cada lâmpada acesa durante o ano nas casas lembrava continuamente esse significado: era uma concretização simbólica da presença de Cristo que deve iluminar cada lar cristão.

Com o fogo novo era acesa uma grande vela, o círio, que era levado para dentro da igreja e era benzido solenemente, lá pelo ano 300. O círio pascal é uma figura de Cristo, assim podemos compreender a solenidade das palavras da benção litúrgica, que data possivelmente do século quinto. Na Idade Média, o círio atingia às vezes enormes proporções. Sabemos de um círio usado na Inglaterra, em 1517, que tinha uns 11 metros de altura.

A terceira parte da vigília era a benção da fonte batismal. Eram feitas nada menos de doze leituras da Escritura (a partir de 1956 ficaram reduzidas a quatro apenas). Essas leituras deviam servir de instrução para os que deviam ser batizados nessa noite. Até o Século XV, em Roma, as leituras eram feitas também em grego. Terminadas essas longas leituras, o bispo com os sacerdotes e os que deviam ser batizados, dirigiam-se para o batistério da Igreja. Ali se fazia a benção da água batismal e as longas cerimônias do batismo. Isso demorava bastante. Por isso o povo que continuava na Igreja ficava cantando a ladainha de todos os santos. Chegavam a cantar três vezes a ladainha toda; na primeira vez cada invocação era repetida 07 vezes; na segunda 05 vezes; na terceira 03 vezes.

Podemos imaginar como era grande o número de batizados, que eram feitos, aliás, só nessa ocasião. Terminado o batizado, os novos cristãos voltavam para a Igreja, vestidos de branco, cada um trazendo uma vela acesa. Por esse tempo estavam também terminando a ladainha de todos os santos.

Começava então a última parte da vigília pascal, a celebração da santa missa. Essa solenidade foi sempre considerada na antiguidade a máxima solenidade da Igreja. Nessa missa, os recém-batizados participavam da comunhão pela primeira vez. Até o ano 600 mais ou menos, esses novos Cristãos recebiam, depois da comunhão uma bebida preparada com leite e mel. Terminada a missa, os fiéis voltavam para seus lares, cada família levando uma vela acesa: uma bela imagem do cristão que leva ao mundo a luz que é o Cristo.

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Entenda o significado do beijo na Cruz na Sexta-feira Santa

sexta-feira, abril 6th, 2012

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Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).

Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós.

Os cristãos peregrinos dos primeiros séculos a Jerusalém nos descrevem, através de seus diários que, em um certo momento desta celebração, a relíquia da Santa Cruz era exposta para adoração diante do Santo Sepulcro. Os cristãos, um a um, passavam diante dela reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado na cruz através do toque concreto que faziam naquele madeiro onde Jesus foi estendido e que foi banhado com seu sangue.

Em nosso mundo de hoje, falar da Adoração à Santa Cruz pode gerar confusão de significado, mas o que nós fazemos é venerar a Cruz e, enquanto a veneramos, temos nosso coração e nossa mente que ultrapassa aquele madeiro, ultrapassa o crufixo, ultrapassa mesmo o local onde estamos, até encontrar-se com Nosso Senhor pregado naquela cruz, dando a vida para nos salvar. Quando beijamos a cruz, não a beijamos por si mesma, a beijamos como quem beija o próprio rosto de Jesus, é a gratidão por tudo que Nosso Senhor realizou através da cruz. O mesmo gesto o padre realiza no início de cada Missa ao beijar o Altar. É um beijo que não pára ali, é beijar a face de Jesus. Por isso, não se adora o objeto. O objeto é um símbolo, ao reverênciá-lo mergulhamos em seu significado mais profundo, o fato que foi através da Cruz que fomos salvos.

Nós cristãos temos a consciência que Jesus não é apenas um personagem da história ou alguém enclausurado no passado acessível através da história somente. “Jesus está vivo!” Era o que gritava Pedro na manhã de Pentecostes e esse era o primeiro anúncio da Igreja. Jesus está vivo e atuante em nosso meio, a morte não O prendeu. A alegria de sabermos que, para além da dolorosa e pesada cruz colocada sobre os ombros de Jesus, arrastada por Ele em Jerusalém, na qual foi crucificado, que se torna o simbolo de sua presença e do amor de Deus, existe Vida, existe Ressurreição. Nossa vida pode se confundir com a cruz de Jesus em muitos momentos, mas diante dela temos a certeza que não estamos sós, que Jesus caminha conosco em nossa via sacra pessoal e, para além da dor, existe a salvação.

Ao beijar a Santa Cruz, podemos ter a plena certeza: Jesus não é simplesmente um mestre de como viver bem esta vida, como muitos se propõem, mas o Deus vivo e operante em nosso meio.

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Dom Luiz fala sobre Ano da Fé proclamado pelo Papa

sexta-feira, março 23rd, 2012

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A pedido do padre Alberto, Dom Luiz focou sua mensagem na Carta Apostólica de Bento XVI, na qual o Papa proclama o Ano da Fé. “A Porta da Fé, que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma”, indica o Santo Padre no início do texto.

“Nesta perspectiva, o Ano da Fé é um convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo”, salienta.

O Ano da Fé iniciará em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo.

“O Papa viu a necessidade da redescoberta da fé e de uma nova evangelização nestes tempos que estamos vivendo”, disse Dom Luiz. Será um tempo de graça e de empenho

para buscarmos constantemente a conversão, para reforçar a nossa fé n’Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo.

Dom Luiz indagou: “Quando é que nós passamos pela Porta? Quando a Palavra é anunciada. É um caminho que dura a vida toda. Começa com o Batismo e vai até a vida eterna”, explicou o bispo.

Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. Já o Servo de Deus Papa Paulo VI, em 1967, proclamou um ano semelhante, para celebrar o 19º centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.

Dom Luiz explicou que o Papa considerou que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinqüentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, ‘não perdem o seu valor nem a sua beleza”.’

Em 11 de Outubro de 2012, além dos 50 anos da convocação do Vaticano II, também se completarão 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo Beato Papa João Paulo II.

Conforme Bento XVI, este Ano deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo a sua síntese sistemática e orgânica.

A fé deve ser aprofundada pelos seus conteúdos. Assim o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé.

Segundo Dom Luiz, o Catecismo é sintetizado em quatro importantes assuntos: “Em que cremos”; “como celebrar os mistérios cristãos”; “como vive aquele que crê” e “como devemos orar”.

O Ano da Fé também será uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade. “A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho.

Desafios


O Papa analisa que nos dias atuais, mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. “Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade”, ensina.

Da mesma forma, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos.

“O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este ‘estar com Ele’ introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita”.

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: “de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou”, adverte.

“Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar.[...]

Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus”.

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Vida em Plenitude

sexta-feira, janeiro 27th, 2012

“Tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos é a Mim que o fareis.” (Mat. 25,40)

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Religião não se pratica só dentro da igreja, mas também na rua, em casa, em toda parte, onde houver um irmão para ajudar. Jesus nos deixou este ensinamento e devemos colocá-lo em prática.

Esta prática deve vir acompanhada da presença viva de Deus em nossa vida. Através da Eucaristia nos abastecemos espiritualmente.

Nossas ações se renovam e os gestos de ajuda se tornam mais férteis, produzindo “frutos cem por um”.

Tudo o que fazemos, em nome de Deus, deve ser por Ele inspirado e abençoado. É isto que garante o crescimento de qualquer ação pessoal, comunitária, pastoral, profissional, enfim, tudo aquilo que a Ele entregamos.

Oremos: Jesus Misericordioso, o senhor nos ensina a amar nosso próximo e cuidar dos irmãos. Em Mt.25,36 podemos ver quanto espera de nós:

“Eu tive fome, e você me deu de comer. Eu tive sede, e você me deu de beber. Eu estava sem agasalho, e você me cobriu. Eu estava doente, e você me visitou.”

Que a cada dia eu possa ser uma pessoa melhor, comprometida em ajudar meu próximo e a levar Sua palavra para os corações aflitos.

Cuida de mim senhor, da minha casa, da minha família, da minha vida. Agradeço senhor, pelo seu imenso amor e misericórdia.

Amém!

Desejo a você e sua família um 2012 repleto das mais preciosas bênçãos do céu!

Padre albertoo

Pe. Alberto Gambarini


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Uma simples manjedoura abrigou todo o paraíso

sexta-feira, dezembro 16th, 2011

Na simplicidade está o poder do Altíssimo

Qual é o tamanho do universo?Ele é infinito e, portanto, imensurável.Esse é o tamanho do amor que Deus tem por nós. E todo esse amor foi colocado numa simples manjedoura, pela doce Virgem Maria, uma jovem simples e de profunda vida dedicada ao Pai.

O milagre da encarnação se deu através da humildade de uma pobre serva que confiou totalmente no plano da Salvação.

Essa mensagem promove em nós uma profunda reflexão e se traduz na certeza da presença viva de Jesus em nossa vida. É na simplicidade que Ele se manifesta, assim como fez há séculos, continua ainda hoje nascendo em nosso coração. Ele espera de nós uma entrega total e com clareza vê todas as nossas intenções, independente de nossa entrega, mas somente age a partir dela.

Neste Natal temos a oportunidade de experimentar toda a beleza desse amor. A melhor maneira de demonstrar nossa gratidão a esta graça que “de graça” recebemos é, com a mesma gratuidade, amar os nossos familiares, nossos amigos de comunidade e rezar por aqueles que julgamos nossos inimigos.

Vivendo esse amor, construiremos um mundo melhor, na paz tão sonhada por Deus. Vamos fazer a nossa parte! Ele espera a nossa resposta de verdadeiros cristãos.

A Família Encontro com Cristo caminha, dia a dia, na construção de um mundo melhor, pois restaurando vidas para Jesus colabora diretamente para a transformação da sociedade, formada por filhos e filhas de Deus.

Oremos:

“Jesus menino, que seu amor poderoso, todo colocado numa simples manjedoura, preencha minha vida e meu lar de bênçãos neste Natal. Que a Sagrada Família seja fonte de inspiração para minha família. Peço pela nossa união, para que superemos todas as diversidades espirituais e temporais que nos afligem.

Peço ainda, pelos meus irmãos carentes, muitos dos quais estão longe de suas famílias ou que nem sequer possui uma. Que neste Natal possamos ser sinal de sua Luz para esses filhos e

filhas tão especiais e que, abandonados, precisam de apoio e de esperança.

Jesus menino, que meu coração seja restaurado e se transforme num coração de criança, que só vê a bondade das pessoas e que só enxerga o melhor que cada uma delas possa oferecer.

Que eu seja sinal dessa bondade para todos. Amém!

Palavra do Pastor

Palavra do Pastor

Desejo a você e toda a sua família um feliz e santo Natal e um ano novo repleto das bênçãos de Deus e da intercessão da doce Virgem Maria.

Pe. Alberto Gambarini

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A nós descei Divina luz

quarta-feira, novembro 23rd, 2011

Você acredita na providência Divina?

Eu acredito fervorosamente nas promessas de Deus e em Sua providência. Mesmo nos momentos mais difíceis Ele se mostra presente, apesar do quanto estejamos afastados por causa do fechamento dos nossos corações.

Quero convidar você a abrir as portas de sua mente e coração, de uma maneira profunda e confiante.

Muitas vezes rezamos, proclamamos, mas efetivamente não acreditamos… e isso acontece porque não nos entregamos por completo, tal qual uma criança nos braços de sua mãe. Elas são exemplos que nos fazem entender o que significa a palavra “entrega”.

Com o passar do tempo, crescemos e absorvemos a negatividade e a desconfiança que este mundo proporciona.

Passar por provações faz parte da nossa caminhada, o problema é que transferimos, inconscientemente, esse sentimento para nossa relação com o Pai do céu.

Pedimos, mas não acreditamos por completo. Rezamos, mas não nos entregamos totalmente. E o mais complicado: queremos que as coisas sejam do nosso jeito e não damos espaço para que a ação de Deus aconteça em nossa vida, da maneira que Ele, com sua absoluta e plena Sabedoria gostaria de nos proporcionar, no tempo certo, para nosso crescimento e amadurecimento espiritual.

Quais são suas angústias? Você já as entregou para Jesus, todo misericórdia e amor? Analisamos tanto a vida daqueles que estão a nossa volta, julgando o que é melhor para as pessoas e nos esquecemos de fazer um profundo mergulho em nossa vida. Vale aqui lembrar o mandamento do Senhor: “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Ora, se não nos amamos não podemos amar o próximo. Ame-se com todas as suas virtudes e defeitos, pois Deus já te amou primeiro.

Isso é urgente e necessário! Somente assim, você combaterá anegatividade que assola as vidas ao seu redor. A Luz de Cristo que reflete em você emanará a paz, e seu coração já não será mais seu, mas sim do Espírito Santo restaurador, morada do Amor verdadeiro.

Vamos pedir ao senhor um coração de criança, repleto de confiança e esperança.

“Pai amado, eu creio em sua promessa

que diz: quando dois ou

mais estiverem reunidos em Meu

nome ali estarei. Eu estou espiritualmente

unido com você e peço

que derrame seu Santo Espírito

sobre esta vida, para que uma

profunda restauração aconteça,

revigorando todas as células

de seu corpo e fortalecendo sua

alma, a fim de que servindo Sua

causa, Senhor, possa encontrar a

alegria verdadeira, plena de Seu

amor e misericórdia. Que todos

os dias a Sua presença seja mais

forte, na entrega total e confiante.

Olha Senhor por todos os pedidos

colocados diante de Ti. Rezo pelos

entes queridos que já estão na

alegria de sua presença. Agradeço

Senhor pela Sua ação poderosa.

Dá-lhe um coração puro, repleto

da confiança e esperança. Que Sua

proteção desça sobre esta vida e

este lar. Amém!

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Palavra do Pastor

sexta-feira, setembro 9th, 2011

25 anos Mestre é bom estarmos aqui

alta-outdoor-247x300Chegou o mês de aniversário dos 25 anos do programa Encontro com Cristo, que tanto bem tem feito para milhares de pessoas em todo o Brasil. Nossa história está repleta de Testemunhos de conversões, curas espirituais e físicas, bênçãos infinitas de Jesus foram e são derramadas a cada dia em que nosso programa vai ao ar. Nesses anos tantas pessoas de boa fé me ajudaram, algumas já estão na casa do Pai, intercedendo por nós aqui na Terra, outras estão comigo desde os primeiros anos. Hoje, tenho a alegria de conviver mensalmente com você. Através das minhas cartas, podemos ter esse contato mais direto. Posso lhe contar as novidades, rezamos juntos e atendemos o chamado de Jesus que nos pede para evangelizar a toda a criatura, até os confins do mundo e os finais dos tempos. Essa é a nossa missão e você escutou o chamado para fazer parte desse exército de amor. Vamos rezar juntos, para que o Coração de Jesus Misericordioso acolha todas as suas aflições, restaurando e renovando a sua fé. Entremos agora na Tenda do Senhor!

Oremos:

“Jesus, fonte da água viva que jorra do templo, pura misericórdia divina que nos restaura e nos fortalece. Sabemos que podes transformar campos áridos em férteis, águas turvas e salgadas em límpidas e doces, e que pode realizar milagres e prodígios em nossas vidas. Estamos em Tua tenda Senhor, totalmente entregues à Tua vontade e ao Teu plano de amor.Por isso, neste momento, peço que esse plano se faça na vida desses meus irmãos e acolha os pedidos que estão sendo colocados em seus braços. Abasteça- -nos Senhor com o Teu amor para que, ao sair da Tua tenda e renovados na fé, possamos levar esse mesmo amor aos nossos irmãos e irmãs. Amém!”

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Palavra do Pastor

segunda-feira, setembro 27th, 2010

Pe. AlbertoÉ com alegria que entro em seu lar para lhe dar ótimas notícias: Deus realiza em nós maravilhas! Sim, Ele tudo pode. Por isso, peço que neste início de partilha, entregue-se totalmente nos braços misericordiosos de Jesus, pois ali está a fonte do mais puro amor, que abastece nosso coração de luz e afasta toda a opressão que nos cerca. A Luz de Cristo, que recebemos em nosso Batismo, brilha forte e afasta toda a treva que nos entristece.

Somos um exército de amor, abastecidos pelo poder do Altíssimo. Meu coração transborda de alegria e quero repartí-la com você. Faz 25 anos que estamos em batalha pelo bem, são 25 anos de programa “Encontro com Cristo”, que te por missão divulgar a Palavra de Deus pelos meios de comunicação. Graças a ajuda generosa da Família Encontro com Cristo, que nunca me faltou e jamais faltará estamos “no ar” evangelizando sem cessar, sem parar e sem vacilar.

Como Família unida, quero rezar junto com você no próximo dia 11 de setembro no Santuário de Nossa Senhora dos Prazeres e da Divina Misericórdia, aqui em Itapecerica da Serra, numa bela Missa Campal, repleta de louvor, adoração e muita música. Venha abastecer a sua vida de verdadeira alegria que não tem fim. Espero por você, agende-se e convide seus parentes e amigos. Saber que você estará rezando comigo me dá mais ânimo para evangelizar.

Neste momento, quero rezar especialmente por você, pedindo as bênçãos do céu em sua vida.

Oremos:

“Jesus, fonte de amor incondicional, sabemos que tudo podes, que tudo é possível para aqueles que crêem em Seu poder. Peço humildemente que recolha toda a dor, seja ela espiritual ou temporal, e coloque no lugar o Seu Santo Espírito confortador. Cura todas as nossas feridas e fortaleça a nossa caminhada de fé. O Senhor é o Deus do impossível, que transforma a nossa vida e nos faz renascer. Agradeço a Sua imensa misericórdia e entrego toda a Família Encontro com Cristo em Suas mãos. Amém!”

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